Record #22 – Ou como o mundo está se partindo

Recentemente li We, de Yevgeny Zamyatin. Esse livro é considerado um dos primeiros a brincar com a ideia de distopia e sua influência no mundo. Muitos até mesmo dizem que sem ele não haveria Admirável Mundo Novo ou 1984, razão pela qual resolvi que eu tinha de ler. Eu estava mais ou menos na metade, lendo … Continue reading Record #22 – Ou como o mundo está se partindo

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O dia em que matei Murakami (ou o não-lugar do escritor)

Não costumo escrever em livros. Dependendo do assunto eu escrevo em pedaços de papel e guardo dentro, evitando assim manchar as páginas. Quando se trata das minhas obras preferidas eu nem mesmo considero aproximar uma caneta delas. Por causa dessa minha 'frescura' minha edição de The Wind-Up Bird Chronicle era de longe a mais bonita … Continue reading O dia em que matei Murakami (ou o não-lugar do escritor)

A hora do poeta

Tensão. O poeta escreve desesperadamente, pela terceira noite seguida. Mil ideias passam por sua cabeça, e ele não pretende perder nenhuma. Sua mão dói. Sua cabeça lateja por causa das noites sem dormir, mas isso não o fará parar. Na parede, o relógio segue seu ritmo, arrastando as horas pelas paredes do quarto. Um corvo olha … Continue reading A hora do poeta

A arte de jogos

Adoro jogos eletrônicos em geral. Meu pai sempre jogou no computador, então cresci assistindo aos maus variados estilos de jogos. Quando meu irmão nasceu jogos eletrônicos se tornaram uma febre, e acabei pegando um pouco do frenezi. Eu adorava ver esse novo mundo se desenrolando, com os mais variados formatos. Apesar de gostar de jogos … Continue reading A arte de jogos

Pássaros

FOTOS DENTRO DE UMA CAIXA. A POEIRA É FEITA DE PRATA. O cheiro do passado, o brilho prateado daquilo que foi esquecido. Sempre que decido me encontrar com o que já deixou de existir percebo certo suspiro do mundo. Sinto saudades de coisas que nunca mais terei. 1) Primeiro pássaro: memória. "Leveza", por Cecília Meireles. … Continue reading Pássaros