“Como o bambu você se dobra ao vento…”

Lendo The Practice of the Wild de Gary Snyder, esbarrei em um trecho que falava sobre dança. Ainda que seu foco fosse para o lado cultural e tradicional dessa arte (do qual falarei futuramente em outro post), me peguei relembrando minha época como dançarina. Ainda sinto meus pés coçando e minhas mãos se movendo quando escuto uma … Continue reading “Como o bambu você se dobra ao vento…”

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Melancolia

- Teacher, eu aprendi uma palavra nova! Melancólico. - Nossa! E o que quer dizer? - Uma pessoa que mesmo sorrindo parece triste, igual você! E assim começou uma segunda feira como outra qualquer. Talvez alguns anos atrás eu simplesmente ia rir de comentário tão ingênuo, mas não hoje. O constrangimento que tomou conta de … Continue reading Melancolia

Andanças e Poesia

Caminho em uma quente manhã de domingo na grande via central de minha cidade. As árvores balançando, o som de bicicletas e a presença de alguns pássaros pintam uma imagem verdadeiramente domingueira. Apesar do horário tardio, poucos carros passam nas vias menores, permitindo que o som das cigarras - que hoje em dia quase não … Continue reading Andanças e Poesia

Escolhas

Há um tempo atrás um professor propôs aos alunos que escrevessem um conto - ou pelo menos um rascunho - que falasse sobre viagens. Na época estávamos estudando Coração das Trevas, de Joseph Conrad, e por uma vez a turma estava bastante interessada nas temáticas da obra. Mal ele explicara a atividade, todos se puseram … Continue reading Escolhas

  Relendo meus cadernos antigos encontrei algumas anotações feitas durante uma época em que minha crença religiosa me sufocava. Existe algo como "destino"? Será mesmo que há um ser que me observa a todo momento? Terá mesmo algo após a morte? Eu repetia essas perguntas sem parar e algumas delas chegaram a ser causadoras de … Continue reading

O dia em que matei Murakami (ou o não-lugar do escritor)

Não costumo escrever em livros. Dependendo do assunto eu escrevo em pedaços de papel e guardo dentro, evitando assim manchar as páginas. Quando se trata das minhas obras preferidas eu nem mesmo considero aproximar uma caneta delas. Por causa dessa minha 'frescura' minha edição de The Wind-Up Bird Chronicle era de longe a mais bonita … Continue reading O dia em que matei Murakami (ou o não-lugar do escritor)