Melancolia

- Teacher, eu aprendi uma palavra nova! Melancólico. - Nossa! E o que quer dizer? - Uma pessoa que mesmo sorrindo parece triste, igual você! E assim começou uma segunda feira como outra qualquer. Talvez alguns anos atrás eu simplesmente ia rir de comentário tão ingênuo, mas não hoje. O constrangimento que tomou conta de … Continue reading Melancolia

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Andanças e Poesia

Caminho em uma quente manhã de domingo na grande via central de minha cidade. As árvores balançando, o som de bicicletas e a presença de alguns pássaros pintam uma imagem verdadeiramente domingueira. Apesar do horário tardio, poucos carros passam nas vias menores, permitindo que o som das cigarras - que hoje em dia quase não … Continue reading Andanças e Poesia

  Relendo meus cadernos antigos encontrei algumas anotações feitas durante uma época em que minha crença religiosa me sufocava. Existe algo como "destino"? Será mesmo que há um ser que me observa a todo momento? Terá mesmo algo após a morte? Eu repetia essas perguntas sem parar e algumas delas chegaram a ser causadoras de … Continue reading

O dia em que matei Murakami (ou o não-lugar do escritor)

Não costumo escrever em livros. Dependendo do assunto eu escrevo em pedaços de papel e guardo dentro, evitando assim manchar as páginas. Quando se trata das minhas obras preferidas eu nem mesmo considero aproximar uma caneta delas. Por causa dessa minha 'frescura' minha edição de The Wind-Up Bird Chronicle era de longe a mais bonita … Continue reading O dia em que matei Murakami (ou o não-lugar do escritor)

A arte de jogos

Adoro jogos eletrônicos em geral. Meu pai sempre jogou no computador, então cresci assistindo aos maus variados estilos de jogos. Quando meu irmão nasceu jogos eletrônicos se tornaram uma febre, e acabei pegando um pouco do frenezi. Eu adorava ver esse novo mundo se desenrolando, com os mais variados formatos. Apesar de gostar de jogos … Continue reading A arte de jogos