K-pop e Hermann Hesse

Minha irmã ama k-pop. Graças a ela eu reconheço milhares de músicas e grupos, e até mesmo aprecio alguns. Um de seus grupos favoritos é BTS, que aliás tem aparecido bastante em entrevistas e talk shows ultimamente. Em uma das conversas que tive com ela, ouvi falar no livro Demian, de Hermann Hesse, que parece … Continue reading K-pop e Hermann Hesse

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Vibrant Youth

Desde que Florence + The Machine lançou seu último álbum, High as Hope, não tenho feito muito mais do que ouvir música nas horas livres. Fazia tempo em que eu não me dedicava tanto a um artista em especial, principalmente um com o qual tenho tão pouco contato. Seja quando saio para caminhar ou ir … Continue reading Vibrant Youth

Bloomsday no Sebinho

Nesta última sexta (08/06), o Sebinho fez outra edição de Bloomsday, com participação do professor José Roberto O'Shea da Universidade de Santa Catarina. Assim como ano passado, tiveram várias apresentações de dança, música e leituras dramáticas, sem falar na comida e cerveja. Com melhor estrutura e maior organização, foi realmente uma ótima experiência. A palestra … Continue reading Bloomsday no Sebinho

HOKUSAI – A relação entre o homem e a Natureza

Já faz algum tempo que sou apaixonada pelas obras de Katsushika Hokusai. Ainda hoje suspiro perante suas obras, principalmente as que mostram pessoas trabalhando. Não sei exatamente o porquê que elas me atraem tanto, mas sempre senti que havia um olhar sereno sobre cenas tão habituais. Nesses últimos meses percebi um aumento na quantidade de … Continue reading HOKUSAI – A relação entre o homem e a Natureza

The Folio Society traz uma nova impressão: The Bayeux Tapestry.

Em 1066 a famosa Batalha de Hastings foi travada entre o exército normando de William II e o exército inglês de Harold II. O resultado? Os normandos venceram, e apesar de sofrerem uma grande resistência da população inglesa, em 1075 acabaram por fim assegurando o trono. Tamanha batalha não podia deixar de ser ignorada, e … Continue reading The Folio Society traz uma nova impressão: The Bayeux Tapestry.

Palavrarte

Recentemente li Do Not Say We Have Nothing, de Madeleine Thien. Talvez um dos livros mais bonitos que já li, ele parece pertencer ao mundo ao mesmo tempo em que conta histórias pessoais de dor e alegria. Grande parte do livro se situa entre os anos 1956-1980, época em que a China passava por um … Continue reading Palavrarte