Book Haul #4

Após um mês arrastando a leitura de The Blind Assassin (Margaret Atwood), finalmente me vejo pronta para algo diferente. Uma vez mencionei que com ela é sempre assim: ou eu amo o livro ou o detesto. Infelizmente esse caiu na última categoria, e dei pulinhos de alegria ao terminar a leitura.

A lentidão que tomou conta dessa empreitada me deixou tão desanimada que mal peguei em outro livro. Com exceção de um ou outro livro teórico que tenho lido para o trabalho, me vi fugindo de qualquer outro trato literário, assombrada pela preguiça que The Blind Assassin trouxe para minha vida.

Porém esse período chegou ao fim, e março chegou me trazendo um pouco de boas notícias. Com a ajuda de um colega australiano, escolhi três livros para me fazerem companhia durante esse mês, e honestamente, estou um tanto empolgada com cada um:

  • The Little Friend, Donna Tartt
    Tartt é uma autora da qual sempre tenho boas lembranças graças ao seu livro A História Secreta, que surgiu em minha vida em uma época de completa revolta contra as grandes obras gregas. Aprecio a forma com que ela escreve, e assim como no livro mencionado, The Little Friend já me cativou nas primeiras páginas. A bela edição que comprei não traz muitas informações sobre a história, e estou me mantendo longe de resumos para manter esse mistério que me envolveu desde o início. Veremos se vale a pena!
    .
  • The Prophet, Kahlil Gibran
    Este livro foi uma das indicações de Lemons, meu colega. Um conjunto de pequenos discursos sobre a vida, esse pequeno livro parece ser de beleza simples porém profunda. Apesar de adorar Gibran, eu confesso que não teria procurado pelo livro se não fosse pelo meu colega.
    .
  • The Museum of Innocence, Orhan Pamuk
    Eu perdi a conta de quantas vezes ouvi o nome de Pamuk ser pronunciado sem nem mesmo saber sobre quem se tratava. Quando me deparei com seus livros na Livraria Cultura, rapidamente mandei uma mensagem para Lemons perguntando por qual começar. Quando se trata de autores que somente o nome me é familiar, me sinto incrivelmente perdida. The Museum of Innocence foi o nomeado, e agora ele está dentro de minha sacola azul pronto para ser lido.

Não bastasse essa nova leva de novos livros, fiquei super animada quando um grupo de alunos veio pedir que voltasse com o Book Club que eu havia começado em 2016. Ligado ao meu trabalho, tivemos de parar com os encontros no início do ano passado, mas agora voltaremos de forma informal. Fiquei feliz de ver que eles gostaram da experiência, e mal posso esperara para compartilhar por aqui as discussões que teremos sobre cada leitura.

Que as águas de março lavem a desgraça que fevereiro foi em questão de livros e melhore meu ânimo daqui pra frente.

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