Book Haul #1

Quase todo mês eu costumo passar na livraria e comprar uma quantidade absurda de livros. Seja por encontrar um livro do qual já ouvi muito falar ou porque a edição é incrível, eu não consigo me segurar. Meus dedos ficam coçando, e mesmo sabendo que tem uma pilha em casa a ser lida, levo pelo menos uns cinco.

Para 2017 eu decidi que faria algo diferente. Primeiro, eu leria pelo menos metade dos livros que ainda não li. Segundo, eu tentaria passar somente uma vez por mês na livraria, e evitaria comprar os livros muitos longos. Não estou podendo me dar ao luxo de enrolar muito com um.

Por uma vez eu consegui evitar a comprar desvairada e consegui terminar o mês com somente 3 novos livros. Vamos ver se consigo manter essa prática até o fim do mês.

  1. The Book of Tea, Kakuzo Okakura
    Eu comprei esse livro mais por curiosidade. Faz um tempo que venho lendo cada vez mais literatura oriental, e quando vi esse livro, não resisti. Okakura foi um historiador de arte e escritor. O livro explica a cerimônia do chá e a visão ocidental sobre a cultura japonesa. Ouvi falar dele pela primeira vez na universidade, no curso Fundamentos da História Literária. O professor somente citou o nome do livro, mas acabei anotando por pensar que seria algo interessante de se ler no futuro.
  2. Moskva, Jack Grimwood
    Apesar de ultimamente ter focado em ler os clássicos da literatura mundial, de vez em quando gosto de ler histórias rápidas de detetives e assassinos cruéis. Apesar do livro parecer longo, as letras são grandes e as folhas grossas, o que tenho percebido ser cada vez mais comum no mercado. A história se passa em Moscou (1985), onde a filha do embaixador britânico desaparece, levando o oficial Tom Fox a desvendar segredos da União Soviética. O livro tem um ar gélido que me remete ao livro Criança 44, de Tom Robb smith, que acabou sendo mais um motivo para compra-lo.
  3. The Complete Prose of Alexander Pushkin
    Aí está um novo que tenho ouvido bastante ultimamente. Eu nunca havia lido nada dele, muito menos me interessado. Sempre que penso sobre ele percebo que muitas vezes ouvi o nome, mas jamais que livro ou conto ele escreveu. Assim como tantos outros, é um nome que parece viver no ar, como o eco de um autor que todo mundo conhece mas que ninguém jamais leu. Pushkin é tido como o melhor poeta russo, e a maioria das pessoas reconhece por nome sua história “A Filha do Capitão”. Essa edição da Knopf, além de ser completa, é incrivelmente bonita. Confesso que fazia tempo que eu não ficava tão empolgada com uma capa. Espero que seja tão bom quanto dizem.
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